Barcelona: my adventure

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We travel because distance and difference are the secret tonic of creativity. When we get home, home is still the same. but something inside our minds has changed, and that changes everything.

Barcelona estava na wish list de cidades a visitar desde os tempos embrionários da universidade. Não só porque o pai do modernismo catalão havia tatuado a paisagem com as suas epifanias edificadas, ou porque o Mies Van der Rohe havia projetado uma das obras mais emblemáticas que o auge do século XX podia exaltar – tão atual. tão minucioso. incrivelmente envolvente! – mas porque a cidade é camaleónica, dinâmica e vivaz. Reinventa-se a cada esquina, enleia o passado e o presente numa malha urbana cuidadosamente cerzida, onde os preciosismos dos bairros exaltam a personalidade dos seus habitantes e da sua cultura – com muito salero envolvido! –.

A uma distância de uma hora e meia do Porto (de onde voamos para terras espanholas), aterrámos em El Prat a cerca de 25 mints, de transportes públicos, do centro. A nossa estadia dos dias seguintes, um hostel amigável, tangente à Sagrada Família, cuja pluralidade de nacionalidades enriquecia o ambiente, tornou-se o ponto de partida em terras catalãs para uma incrível aventura partilhada, com uma amiga recente de memórias continuas, – que sentimento incrivelmente reconfortante e tranquilizador –. Afinal, o que nos une é a vontade de aprender, crescer e moldar-mo-nos a uma vida de conhecimentos, aprendizagens e incríveis aventuras. E o melhor é ter a convicção que esta foi só a primeira!

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Com vista privilegiada do nosso quarto para a obra mais emblemática da cidade, ficámos nada mais nada menos do que num subtil quarto andar (a nossa sorte é que o edifício só tinha quatro andares!), deixando a prever que os nossos melhores amigos dos próximos dias seriam os infindáveis lances de escadas. – Ainda dizia eu que gostava de escadas… How insane am I?! – Que percorrer Barcelona de uma ponta à outra numa média de 14,4km diários distanciou-nos de férias relaxadas e calmas, que, em última análise, se tornou em tudo o que precisávamos para restabelecer energias, criar memórias e constatar que existe todo um mundo incrível lá fora, para absorver e contemplar.

Começamos pelos sítios mais turísticos. Fomos à Casa Milá, à Casa Batló e à Casa Museu Amatller; percorremos toda a avenida Passeig de Garcia com a sensação que estavamos entre uma malhar urbana cuidadosamente enleada com o meio natural – As árvores  construíam o ambiente perfeito para nos perde-mos no tempo e absorver cada detalhe -; Percorremos as Ramblas; o Bairro Gótico e deixado-nos consumir pela energia boa da cidade depois de passar no mercado La Boqueria e de comer um dos melhores croissants da vida!; – Particularmente perdi-me no encanto dos edifícios. Todos com a sua pluralidade de formas e cores. Na forma como existia vida em cada café e esplanada, de onde se ouviam gargalhadas intensas enquanto petiscavam tapas, paellas e tortilhas; –  Visitamos a Catedral e todas as ruas e ruelas adjacentes, com a vontade de enraizar toda a história que as esculpia na paisagem; fomos até ao Arco do Triunfo, até Barceloneta, que nos conduziu ao W e ao Parc Guell, deixado-nos perder entre a dinâmica e a veemência com que a obra de Gaudi continua, quase um século depois, a exaltar a cidade. Foi uma viagem incrivelmente marcante e com ainda muitas peripécias por contar! O que me dizem de marcarmos encontro para uma próxima história?

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